A Clínica CPR – Centro Paulista de Recuperação, vem agregando diferenciais únicos em suas unidades de internação e no Ambulatório, o que traz mais elementos à proposta terapêutica, fortalece resultados e cria a singularidade à marca desta instituição, razão a qual nos tornamos referência nacional em tratamento especializado.
..........................Teste de Rorschach
..........................Hipnoterapia Cognitiva (Sonoterapia)
..........................Terapia Familiar
..........................Acompanhamento Terapêutico
..........................Acompanhamento de Reabilitação Física e Psico Social
___________________________________________________________________________________
Teste de Rorschach
O teste de Rorschach pode ser aplicado dentro da unidade de internação ou em consultório externo. Importante alertar que aprofissional que aplicar o Teste de Rorschach deve ter a devida especialização.
O Teste de Rorschach é um teste psicológico projetivo desenvolvido pelo psiquiatra suíço Hermann Rorschach. O teste consiste em dar possíveis interpretações a dez pranchas com manchas de tinta simétricas. A partir das respostas, procura-se obter um quadro amplo da dinâmica psicológica do indivíduo.
A prova de Rorschach pode ser aplicada em qualquer pessoa (desde que tenha condições de se expressar verbalmente e que tenha suficiente acuidade visual), de qualquer faixa etária e qualquer nível sócio-econômico e cultural. Como o propósito do exame é verificar a estrutura e a dinâmica da personalidade de cada examinando em particular, indicando não só as dificuldades, mas também os recursos positivos, não existem respostas certas ou erradas, pois as pessoas são diferentes e emitem respostas diferentes.
Na prática comum, na área clínica, a Prova de Rorschach tem se mostrado muito fecunda para a avaliação do paciente em casos em que urge um pronto e preciso referencial teórico, como podem ser, por exemplo, os casos de questões ligadas à necessidade de indicação medicamentosa ou de algum aconselhamento familiar específico.
Em Neuropsicologia, o teste de Roschach permite a elucidação de questões práticas ligadas aos processos psíquicos superiores e suas relações com os sistemas cerebrais, ampliando ou justificando a melhor opção quanto aos demais testes neuropsicológicos. Na orientação vocacional, revela as motivações inconscientes em conflito, esclarecendo a natureza das dificuldades que estão implicadas na escolha profissional.
O teste coloca à prova as funções psíquicas de percepção, atenção, julgamento crítico, simbolização e linguagem. Concomitantemente à execução dessas funções psíquicas na avaliação das hipóteses frente às manchas, os processos psíquicos afetivo-emocionais, motores-conativos e os cognitivos concorrem para a formulação final da resposta. As respostas ao Rorschach, portanto, revelam o status da representação da realidade em cada indivíduo, trazendo dados a respeito do desenvolvimento psíquico, das funções e sistemas cerebrais, dos recursos intelectuais envolvidos na construção das diferentes imagens, das articulações intra-psíquicas e da natureza das relações interpessoais. Como a Prova de Rorschach avalia a dinâmica de personalidade particular de cada pessoa, pretende contextualizar os distúrbios psíquicos, compreender o valor e o significado de um sintoma clínico e orientar para o tratamento mais adequado.
Cumpre lembrar novamente que é impossível traçar todas as possibilidades de utilização deste instrumento de diagnóstico da personalidade da mesma maneira que se mostram ilimitados os caminhos que a natureza humana encontra para sua expressão. topo
Hipnoterapia Cognitiva (Sonoterapia)
As sessões de sonoterapia fazem parte da proposta terapêuticadentro do sistema de tratamento com internação, sem contraindicações, e para pacientes externos que nos buscam emconsultório para agregar valores a algum tratamento que estejaparticipando.
A Hipnoterapia Cognitivo, mais conhecida como Sonoterapia, é um procedimento não invasivo que atua no cérebro fazendo com que os distúrbios neles existentes sejam eliminados pelo processo da renovação das conexões neurais, ou seja, que os caminhos nervosos viciados sejam modificados e o paciente retome seu equilíbrio.
Este processo atuará, de imediato, em três funções básicas: (i) minimizar e evitar que o paciente entre em síndrome de abstinência, (ii) diminuição do uso de psicotrópicos a medida em que vai evoluindo no tratamento e, considerado o fator mais importante, (iii) a celeridade do avanço significativo no quadro do paciente, o que contribui para todos os demais processos psicoterapêuticos dentro da equipe interdisciplinar.
A partir do momento em que o paciente entra num quadro de estabilidade, os resultados no processo da hipnoterapia aprofundarão mudanças de comportamento através de novos aprendizados.
As sintomatologias (moléstias nervosas) mais comuns apresentadas por pacientes portadores da dependência química ou outro diagnóstico são: depressão, baixa da auto-estima, ansiedade elevada, fobias, insegurança, insônia, obesidade, stress, cefaléia, síndrome de abstinência, síndrome de pânico e outros. topo
Terapia Familiar
As sessões de Terapia Familiar fazem parte da proposta terapêutica dentro do sistema de tratamento com internação, quando identificado e solicitado pela equipe técnica da clínica em resposta as necessidades individuais de cada paciente, e para núcleos familiares externos que nos buscam em consultório para agregar valores à dinâmica familiar e/ou disfuncional.
A Terapia Familiar é um método desenvolvido pelo Grupo de Terapeutas da Escola de Milão, tendo sido aperfeiçoada por seus precursores e que difere de algumas abordagens terapêuticas porque visa o tratamento do paciente inserido no contexto familiar e social.
É uma proposta terapêutica para lidar com o sofrimento do sistema familiar decorrente do adoecimento das relações interpessoais entre seus membros.
A metodologia utilizada é a Psicodramática-Sistêmica Construtivista que visa a ressignificação da história familiar, através de técnicas verbais, psicodramáticas e comportamentais, dando ênfase à saúde da família.
Baseia-se no fato de que quando a comunicação funcional e ativa dá lugar ao silêncio (comunicação disfuncional), o sistema familiar adoece. Restabelecendo a comunicação funcional a família evolui em seus diversos ciclos de vida, tendo a possibilidade de seus membros crescerem diferenciados e com autonomia.
Na visão sistêmica o individuo não é visto de forma isolada, ou seja, considera-se que o doente (Paciente Identificado) é apenas um porta-voz de uma doença que está a serviço da manutenção da disfunção relacional no sistema familiar.
Através do processo de Terapia Familiar podemos ressignificar crenças disfuncionais, desconstruir mitos, conscientizar seus membros de seus adoecimentos relacionais e instrumentalizá-los a fim de que possam modificar seus comportamentos tornando-se independentes, criativos e espontâneos, promovendo uma comunicação saudável.
O Terapeuta Familiar é visto como um agente facilitador para que tais mudanças ocorram.
Sua postura é ativa, interagindo com a família e direcionando para que a mesma possa desconstruir antigos paradigmas.
Procedimentos:
A Terapia Familiar poderá ser realizada semanalmente, quinzenalmente ou mensalmente de acordo com a disponibilidade da família ou sua evolução no processo terapêutico, com duração de uma hora cada sessão.
O processo é dividido em etapas:
1. Histórico da Família e relacionamento familiar.
2. Psicoeducação (Como lidar com os sintomas da doença do PI(Paciente Identificado).
3. Genograma (estudo de gerações, visando a compreensão da doença familiar).
4. Inclusão do paciente e intervenções terapêuticas, visando a mudança da comunicação e do funcionamento das relações familiares.
5. Trabalho de Rêdes (visando a reinserção do paciente no ambiente social e familiar)
6. Prevenção de Recaída e Planejamento de Vida Familiar.
É importante ressaltar que a Terapia Famíliar é um tratamento coadjuvante e não substitui o tratamento psiquiátrico e medicamentoso, no caso de Transtornos Mentais. Há necessidade de processo psicoterapêutico individual a fim de que o paciente possa ter um espaço para tratar de suas dificuldades individuais. topo
Acompanhamento Terapêutico Individual
As saídas com Acompanhamento Terapêutico Individual fazem parte da proposta terapêutica dentro do sistema de tratamento com internação, quando identificado e solicitado pela equipe técnica da clínica em resposta as necessidades individuais de cada paciente, e para pacientes que desejam uma formataçãodiferenciada para tratamento individual externo ou agregar valores a tratamento externo já existente em consultório com foco no treino de habilidades sociais (THS).
O objetivo do Acompanhamento Terapêutico, quando de paciente em internação, é facilitar seu retorno ao convívio social de forma gradual, percorrendo, inicialmente, espaços mais próximos à unidade de internação juntamente da profissional qualificada (A.T.) para lhe dar suporte afetivo e físico nas mais diferentes situações, oferecendo proteção frente às adversidades encontradas em ambiente externo à internação.
Nesse processo é realizado o treino de habilidades sociais explorados de forma teórica e prática dentro da internação (atividades da Grade Terapêutica), esse treino possibilitará uma melhor capacidade de convívio social (pós-internação), de forma que não seja uma ruptura brusca entre o regime de internação e sua ressocialização em regime aberto e desprotegido.
Para pacientes que estão em tratamento externo (consultório) ou para aqueles que desejam agregar valores ao tratamento em andamento, o Acompanhamento Terapêutico leva em consideração uma formatação diferenciada de atendimento individual, somada ao Treino de Habilidades Sociais (THS), de acordo com a necessidade de cada paciente.
Participação em Grupos de Auto Ajuda
Com o mesmo propósito e com o profissional do Acompanhamento Terapêutico Individual, há a proposta de participação nos Grupos de Auto Ajuda (AA, NA, N/A), externos à unidade de internação, que tem o objetivo de inseri-la aos programas de 12 Passos e de uma rede de apoio complementar focados no pós-internação.
Esta mesma rede de apoio poderá agregar valores significativos à pacientes que estão em processo de Pós Internação, na qualidade de continuidade. topo
Acompanhamento de Reabilitação Física e Psicossocial
Com o objetivo de resgatar e desenvolver novas habilidades físicas e psicossociais em pacientes que estão em etapa mais evoluída do tratamento, o Acompanhamento de Reabilitação Física e Psicossocial tem como finalidade levar o paciente (em internação ou pós internação) a um ambiente saudável que muitas vezes já fora freqüentado de maneira inadequada, proporcionando bem estar e o prazer que o esporte agrega como um valor de vida.
Uma característica de portadores de dependência química é a busca constante do prazer através do uso abusivo de SPA (substâncias psicoativas), momento em que os neurotransmissores (neurônio) estão elevados, sendo a dopamina um dos principais neurotransmissores, que está ligada nas áreas de prazer do cérebro. Já no sistema hormonal é ativada a noradrenalina que, dentre outros hormônios, está ligada à área da estimulação e relaxamento das estruturas musculares.
É importante trazer o paciente para modalidades esportivas de sua preferência, respeitando sua capacidade e disposição física, para que todas as reações descritas acima sejam estimuladas através da prática do esporte e isso possa contribuir em sua evolução no tratamento.
Essas atividades melhoram os níveis de resposta para o tratamento, pois o paciente começa a perceber que o prazer está dentro de si e não fora, sendo um fator de proteção para manter sua abstinência. topo
|